ENTREVISTA COM A BANDA LOTHLÖRYEN

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    Diretamente do Sul de Minas Gerais, e criada em 2002 inicialmente intituladas Neverland, porém mudando o nome para Lothlöryen, inspirados na floresta de Lothlorien em Arda da fantástica trilogia de O Senhor dos Anéis. A banda que é composta atualmente pelo Daniel Felipe (vocal), Leko Soares (Guitarra), Marcelo Godde (baixo), Leo Godde (teclado), Tim Alan (Guitarra) e Marcelo Benelli (bateria), uniram-se a fim de criar um som que mescla Heavy Metal/ Power, Speed com suas influências típicas do Folk Metal.  Inspirados pelas obras do grande J.R.R TOLKIEN, principalmente com o Senhor dos Anéis, o Lothlöryen consegue nos arrancar da realidade para um mundo fantástico, cheio de harmonia, qualidade de som e belas letras nas composições tudo isso em torno de muito Heavy Metal, o Lothlöryen  nos faz mergulhar em  uma intensa viajem  e a junção de todos estes elementos são oque levam Lothlöryen ao patamar das melhores bandas de Folk Metal do Brasil.
  A banda usa de muitas influências no seu som, que vão desde Beatles, Jethro Tull, Led Zeppelin, até Savatage, Gamma Ray, Running Wild, Tuatha de Danann, Grave Digger e Blind Guardian.

( a qual é notável também a sua semelhança com a banda alemã, influência mais forte da Lothlöryen ), principalmente no álbum “ Raving Souls Society” em que a banda aparece com um som e qualidades totalmente diferentes dos outros álbuns, deixando um pouco o ar mais melódico e da sonoridade clássica do folk, voltando-se para um som mais pesado, forte, poderoso, mais para Power/Speed Metal, sem sair da temática da banda e sem se igualar com várias outras bandas que seguem o mesmo estilo, semelhança esta, dada também pelo poderoso vocal Daniel Felipe( 4º lugar no Prêmio de melhor vocalista de Metal do Brasil - Site Heavy Metal Brasil).
   Para quem segue o trabalho dos mineiros, percebe-se a cada trabalho uma elevação


, uma maturidade a ser alcançada e qualidade impecável (e nesse quesito cito o “Raving Souls Society”..como prova disso), reflexo de muito esforço e trabalho duro para que a cada trabalho venhamos a contemplar algo realmente novo, sem se conformarem com o que já fizeram de bom, o lothlöryen é uma banda que se eleva a cada passo que dá.
   Já gravaram também 2 clips, e um deles sendo lançado um dia após a estreia de “O Hobbit “ nos cinemas, e a música não poderia ser outra “Hobbits Song” uma das mais clássicas da banda, foi a escolhida, pra entrar no clima.
  Tendo integrado a gama de bandas emergentes de folk nacional, vem fazendo grande sucesso aqui no Brasil sendo recebido de maneira muito positiva e não só aqui, mais na ‘gringa’ também.        Realizaram sua primeira turnê adentrando as terras europeias em maio de 2013, passando por 6 países, Itália, Grécia, Bulgária, Romênia, Macedônia e Hungria a convite da gravadora Power Prog, por intermédio da Roadmaster Agency.
  Após lançarem o bem recebido “Raving Souls Society” a banda começa a produzir seu terceiro álbum de estúdio, mas antes disso decidiram relançar o “Some Ways Back no more” no exterior, porém, totalmente remasterizado, regravado agora nos vocais do Daniel Felipe e dando uma roupagem nova, o que ficou incrível, mostrando de novo o quão são capazes de potencializarem o som da banda a cada trabalho que fazem. Com Certeza é mais uma das excelentes bandas brasileiras que vale muito a pena você escutar e se deixar ser levado pelo universo de Lothlöryen.
  Desde o Some Ways Back no More a banda vem adquirindo mais notoriedade, mais espaço, mais críticas positivas, de todos os lados do Brasil, e segundo um deles, uma vontade enorme de desbravarem as terras do norte/nordeste, e agente fica feliz da vida com isso!
  Outra curiosidade a respeito da banda e que os fãs vão gostar, é que estão lançando também o Hidromel personalizado com a logo da banda, sim, o Lothlöryen agora tem seu PRÓPRIO hidromel, e eles vão contar pra agente sobre essa audaciosa ideia, projetos, alterações, clipe novo, novo álbum, e o que podemos esperar para o próximo trabalho, muita coisa, então ...
Então, leiam, conheçam e divirtam-se com esta entrevista na íntegra, com eles da banda Lothlöryen:

Shock Review - Olá rapazes, tudo bom? É um prazer bater esse papo com esse vocês, a Shock Review agradece a oportunidade e os fãs também.
Daniel: Tudo ótimo! Nós que agradecemos pelo espaço e apoio, além de agradecimentos especiais aos fãs, que acompanham todas as notícias, novidades e muitas vezes sabem mais da banda que nós mesmos (risos)

Shock Review  - Lothlöryen, ao meu ver umas das bandas mais criativas e talentosas no gênero Heavy/folk nacional ( acompanho o trabalho de vocês há uns anos, então..).
Primeiro a pergunta básica: Como, quando e porque a ideia de montar uma banda nos moldes da Lothlöryen, vocês tinham um plano de chegar onde estão, como foi essa trajetória que já conta aí com uns 11 a 12 anos de carreira ?
 
Leko Soares: A banda surgiu em 2002 e a ideia sempre foi reunir nossas influências e fazer algo que na época chamávamos de “Metal Medieval”. Como todo adolescente quando monta uma banda, sempre tivemos planos de construir uma carreira sólida, ter fãs, fazer shows, ser reconhecidos. Enfim, o caminho é longo e diria que ainda estamos percorrendo a metade dele.

Shock Review - Nas composições destaca-se a influência do místico, da fantasia, somos levados por este tom fantástico, muitas canções bem nos moldes da literatura de Tolkien, e eu destacaria o “Some Ways back no More” quase todo. Como foi decidida a ideia de inspirarem-se neste tipo de Literatura, e, além disso, para a construção da sonoridade quais as influências da banda?

Daniel: Escutamos todo tipo de música, sem restrições. Tudo isso acaba influenciando na sonoridade, apesar de canalizarmos todas as fontes de inspiração para o tipo de som que melhor nos expresse. A Literatura Fantástica, como toda arte, imita a vida, então é sempre interessante ingressar ao lúdico da fantasia, para retratar questões atuais e conflitos internos pelos quais todos passam. A idéia é sempre estudar e entender um movimento histórico/fantástico, para uma confrontação atual.

Shock Review – De “Thousand Ways to the Same land” para “Raving Souls Society” (lembrando que seu ultimo álbum lançado não foi o “Raving Souls Society”, mas o “Some Ways Back no More” só que com uma cara nova ) a mudança é grande, em termos de qualidade então é notável, em todos estes anos de carreira quais eram as ideias iniciais e o que decidiram alterar e como veio essas mudanças?

Leko Soares: Inicialmente a ideia era condensar todas as nossas influências em um som que tivesse a sua própria identidade e respirasse sozinho. Pensando bem, acho que após todos esses anos, essa continua sendo a ideia primordial, o que mudou, foram as influências.

Shock Review - Acham que o Lothlöryen trará grandes mudanças ao longo dos anos? O que podemos esperar?

D
aniel: Sim! E não... (risos) O empenho de cada álbum é fazer algo que seja o melhor trabalho de nossas vidas. Então esperamos melhorar e atingir cada vez mais o marco de nossa identidade. Podemos esperar muitos elementos Folk e questionamentos sobre o místico e o homem, os astros e a Terra.

Leko Soares: O novo álbum trará mudanças significativas em relação ao “Raving Souls Society”, que também trouxe mudanças significativas em relação ao “Some Ways back no More” e por aí vai. A força motriz do Lothlöryen é sempre buscar novos caminhos e nunca repetir o mesmo álbum, por mais bem sucedido que ele possa ser. 


Shock Review  - Sobre a produção do “Raving Souls Society” admito que esperei outra coisa, foi algo totalmente diferente e mais potente. Algo bem mais consolidado no Power Metal, mas sem perder a cara que a banda construiu álbum este que traduz um nível surpreendente em técnica, composição, sendo facilmente comparadas com bandas do exterior, vocês se superaram.
Contem um pouco pra agente como foi tudo isso, produção deste novo álbum, a ideia de mudanças tão significativas, algo a ver com a entrada do Daniel Felipe nos vocais? Expliquem um pouco isso..

Daniel : A loucura foi um tema que de imediato agradou a todos. Afinal, já era uma expressão presente no primeiro trabalho da banda, sobre bardos e loucos (risos). Trabalhar no Casanegra foi como trabalhar em casa, pois temos muita amizade com o Lopes, desde o “Primeiro” Some Ways, em que até eu, Daniel, gravei os backing vocals. Tudo isso ajudou para que o tema fluísse e evoluísse com naturalidade e dentro de nossa liberdade artística. Além disso, creio que as composições das letras e melodias vocais foram as mais insanas, pois ingressamos no tema da loucura, analisamos aspectos históricos e obras de arte e literatura que estão no limiar da loucura e da genialidade, tudo sob uma ótica ébria dos integrantes da banda (risos). Foi um trabalho de sonoridade pesada e muito esforço, mas muito prazeroso de fazer.


Shock Review -  Recentemente também vocês lançaram um clipe super legal, incluindo todo um cenário onde até contrataram um ator para fazer o papel de um  Hobbit.
Falem um pouco sobre essa experiência de gravação do clipe, expectativas e resultado final do trabalho.

Daniel: O clipe representou nosso exato estado de espírito, até mesmo como somos no palco. Foi um retrato da banda em uma música muito descontraída, que é bem a cara do Sul de Minas Gerais. O resultado esteve perfeitamente dentro do esperado nesse sentido e proporcionou mais visualização e identidade à banda.
 

Leko Soares: É importante salientar que a intenção do clipe sempre foi fazer uma sátira ao lance do hobbit e todo o resto. Daí o fato de não nos preocuparmos com a orelha falsa ou a caracterização perfeita do personagem. Fizemos um hobbit “lothloryenzado”, que chapa e curte rock n’ roll, rs. Nos questionaram porque voltamos à explorar a temática tolkieniana e na verdade, a intenção não foi regressar ao “mundo de Tolkien”, mas deixar claro que não negamos essa influência nos alicerces da música que construímos no passado. Como se trata do clipe de uma canção de 2008 que foi regravada,  nada mais natural do nosso ponto de vista.

Shock Review – Acerca da primeira tour internacional da Lothlöryen, como foi esse convite para essa grande oportunidade na Europa, quando chegaram lá como foi a receptividade dos fãs, ficaram surpresos com algo, o que ficou desta experiência? 

Daniel : A estrutura é surpreendente, além da beleza dos lugares e a própria receptividade da galera. O europeu não é esse povo frio que pintam, muito ao reverso. Pulam, agitam e compram merchandising. O lugar mais louco foi, sem dúvidas, a Romênia, onde o povo é ainda mais pirado e receptivo. Podemos dizer que a “Rockmania” é nossa casa na Europa.
E a experiência toda foi maravilhosa, com muitos momentos descontraídos, desde fazer luau nas areias do Mar Egeu, até as paisagens de estrada, as mais variadas formas de Kebaps (refeição turca comum na Europa), além de povos e culturas fantásticas.

Shock Review –Na história da banda, tem algum momento muito complicado pelo qual passaram? Quais os maiores problemas que a banda já enfrentou, e como banda seguiram em frente? 

 Leko Soares : Acho que nenhuma banda no mundo vive só em um “mar de rosas”. Momentos complicados fazem parte não só da carreira de uma banda, como da vida de todos nós. Posso dizer com certeza que o Lothlöryen já esteve prestes à encerrar suas atividades mais de uma vez. O que nos manteve de pé, entretanto, foi a vontade de continuar o legado e o sentimento de que ainda temos algo a dizer. Ou seja, a banda só vai acabar quando tudo tiver sido dito e não restar dúvidas de que o recado foi bem entendido.

Shock Review -
Fazendo uma comparação com a cena destes 6 países com a cena underground brasileira, o que vocês poderiam destacar pra agente , e no Brasil como você vê o cenário atual, porque vemos uma inclinação muito grande dos headbanguers brasileiros para com os trabalhos da ‘gringa’, muitas vezes não vendo realmente que algumas de suas bandas nacionais estão em níveis até mais elevados que outras bandas de fora, é até uma desvalorização. Isso tem mudado pra vocês, o que tem visto por aí?

Daniel : Tudo o que é alienígena, de fora, chama a atenção em qualquer lugar do mundo. Assim como as bandas gringas encontram repercussão aqui, lá fora também se chama atenção por ser de outro país. Não podemos reclamar da cena no Brasil, vendemos todo nosso merchandising até o final de 2013 e a única coisa que sobrou pra vender, agora, é o hidromel (risos). 

Shock Review – Para o Daniel Felipe, cara que voz! Você tem sido comparado em sites e por fãs ao aclamado Hansi Kürsch (Blind Guardian) pelo timbre de voz e ainda mais estando numa banda influenciada pelo BG, como você se sente com isso, gosta desta comparação, (afinal ele é um monstro nos vocais) ele é uma influência para você em termos de canto?

E outra, em relação a sua carreira como vocalista como se iniciou, estudou canto ou algo do tipo, você é bom nisso (risos) conta pra agente:

Daniel : Admiro muito o Hansi e é uma das minhas maiores influências. Ser comparado a um mito é uma satisfação muito grande! Já minha “carreira” começou mesmo em casa, por intermédio de minha mãe, que sempre tocava violão e nos fazia (eu e meu irmão) cantar juntos, o que é uma ótima lembrança. Depois disso, os próprios colegas de banda e as músicas foram aprimorando a minha forma de cantar (agradeço a William Santos, Shadow Templar, e ao pessoal da Rygel). Também fiz 3 meses de aula com a Karol Souto, de Santos, quando fui gravar o primeiro CD da minha vida (risos), além de aulas específicas sobre respiração, com Nando Fernandes, um monstro. Também são influências constantes Edu Falaschi, Mario Pastore, Gessé, Freddie Mercury, mas vira e mexe algo novo acaba te influenciando.

Shock Review – Agora falando do seu mais novo trabalho que é uma regravação do “Some Ways Back no More” agora como “Some Ways Back SOME More”, que ficou espetacular, qualidade impecável, com certeza um sucesso! Porque a ideia de regravar este álbum, dentre todos vocês tem um orgulho especial dele, como foi o processo? O álbum conta com grandes alterações? Falem desse trabalho pra agente.
Lembrando que acabaram de lança-lo nos EUA e Europa.


Daniel : Pra mim foi um duplo prazer, já que gravei os ‘backing vocals’ na primeira versão e, agora, os vocais principais, além de receber amigos da Hellish War e Vetor para os vocais de fundo (Bil Martins e Juninho, respectivamente), além do grande amigo Aníbal Pontes (ex-Rygel), entre outras participações, como Heverton Souza e o próprio Augusto Lopes.

Leko Soares : A ideia de regravar o álbum partiu da nossa atual gravadora, a alemã Power Prog. Eles ouviram o material original e queriam lançar na gringa, mas a condição imposta por eles desde o princípio, foi que refizéssemos a mixagem e regravássemos os vocais. Acabamos indo além, e regravamos todos os teclados, alguns violões e alguns solos, como o da White Lies, que era um solo que particularmente me incomodava muito na versão original.  


Shock Review – Ideias novas são o que não faltam. Agora a Lothlöryen lançaram a sua bebida oficial e claro que tinha que ser um Hidromel, (pra quem não sabe o Hidromel é visto na Mitologia nórdica como a bebida dos deuses), nada mais justo para os bardos fãs de O Senhor dos Anéis e cultura medieval. De quem foi essa ideia, como surgiu, e como esta ideia se tornou um projeto e depois realidade? Foi difícil em algum momento, falem sobre o processo de criação dessa bebida.
Estão satisfeitos com o resultado final?
Os fãs certamente já adoraram. 

Daniel : Pela sonoridade Folk, a associação com a bebida era inevitável, tanto que mantivemos parceria com o Hidromel Valkyria, que é fantástico. Contudo, a logística de vendagem do hidromel era ruim, pois vinha de Curitiba, para MG, para, então, pra outros locais, o que propiciava custo maior e atrasos.
Daí resolvemos ter o próprio hidromel, momento em que encontramos um apicultor secreto em Poços de Caldas (risos), que produz hidromel de forma limitada e artesanal, seguindo métodos tradicionais nórdicos de preparação.
A identificação do etílico com a banda é também inevitável, já que gostamos da coisa (risos), e as vendas têm sido incríveis (Goiás, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Nordeste e, é claro, Minas Gerais). E pretendemos ter mais variedades, pra matar a “sede” de todos.
Sinta-se um Hobbit, com o hidromel Lothlöryen (risos)
Vale dizer que também fomos umas das primeiras bandas brasileiras (senão a primeira) a lançar uma cerveja, nossa saudosa “Smoked Red Ale”, lançada em 2012, que também foi um sucesso de vendas e satisfação, especialmente entre nós (risos)


Shock Review  - Após o lançamento do “Some Ways Back Some More” quais os próximos passos da banda, contem tudo pra agente, acerca de novos projetos, shows e turnês, e claro, quais as possibilidades de pisarem em solos nordestinos? A galera espera ansiosa. 

Daniel : Muito ansiosos pelo Nordeste! Todos falam muito bem daí e queremos muito que isso aconteça em breve. Porém, agora começamos a produzir um novo álbum e shows serão marcados somente após o lançamento do CD, ainda sem previsão.
O fato é que queremos fazer algo único e temos nos esforçado muito no tema, no estudo deste e um enredo a partir dele, para, então, compor as músicas e a história do álbum, com as influências musicais de época e sugestionadas, pra propiciar a amplitude sensorial na musicalidade desse álbum ao ouvinte. Aguardem!

Leko Soares : Como o Daniel disse, a banda está definitivamente afastada dos palcos esse ano. A ideia é nos concetrarmos 110% no processo de produção do novo álbum e para isso, entendemos que era preciso fazermos essa difícil opção de dar um tempo dos palcos. Acho que é uma decisão acertada e que no futuro refletirá em uma quallidade maior em relação aos novos shows e também na qualidade do material que iremos lançar, ainda sem previsão.

Shock Review – Nós agradecemos a oportunidade e tempo disponibilizado para responderem às nossas perguntas. Parabéns por tudo o que vocês têm conquistado, com certeza são um orgulho para os fãs. Que a banda continue firme e forte, elevando-se cada vez mais e trazendo pra agente, mais Power, mais Folk, mais desse som de qualidade que sempre fizeram.
Aos fãs do Norte e Nordeste que ainda não tiveram a oportunidade de ver um show ao vivo, mandem um recado para os que estiverem lendo esta entrevista.

Daniel : Muitíssimo obrigado ao espaço e a todos do Nordeste! Espero que nos encontremos na turnê do próximo álbum e possamos beber muito juntos, sei que vocês são bons nisso. Preparem um baralho pra jogarmos truco... Abraços!!!

 Leko Soares: Agradeço muito a oportunidade. Todo espaço que nos cedem para falar um pouco do nosso trabalho é sempre um espaço muitíssimo valioso. Com certeza vamos nos encontrar em um futuro próximo aí no nordeste, pois depois da Europa, esse sempre foi o maior objetivo da banda e não tenho dúvidas de que em breve será realizado. FOLK YOU!



no quarta-feira, maio 28, 2014 | | 0 Comentátios

Havok: show cancelado em São Luís

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A banda americana de thrash metal, Havok, informou através de sua página oficial no Facebook que o show desta noite (24) foi cancelado faltando apenas algumas horas para o inicio do evento.

As causas do cancelamento ainda nao foram informadas.
no quinta-feira, abril 24, 2014 | | 0 Comentátios

Resenha: Dynazty - Renatus (2014)

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Os suecos do Dynazty resolveram deixar o lado mais festeiro do hard rock e apostar em um som mais pesado e complexo que chega às raias do Prog/Power Metal, soando ora como Dream Theater, ora como Edguy de tempos distantes. Renatus (2014) chega mostrando maturidade e competência musical, mas causa certa estranheza para quem já conhecia os trabalhos anteriores da banda.
no quinta-feira, abril 17, 2014 | | 0 Comentátios

ROB ZOMBIE: Novo álbum e DVD em maio

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De acordo com a rádio The Pulse of Radio, Rob Zombie já está trabalhando em seu novo álbum. Zombie e sua banda iniciaram os trabalhos em janeiro e devem finalizá-lo em maio. “Eu não quero anos e anos entre um álbum e outro, apesar disso acontecer por algum motivo”, disse. “Nós, como banda, estamos muito excitados por que nosso último disco nos trouxe de volta algo que eu estava procurando e queremos levar isso para um próximo nível”.

No dia 20 de maio Rob Zombie lançará em DVD e Blu-Ray o show intitulado “The Zombie Horror Picture Show”. Filmado nas duas últimas apresentações da banda no Texas em agosto, o repertório de 16 músicas inclui clássico do White Zombie, antiga banda de Rob, como “Thunderkiss 65”, “More Human Than Human”, e “Supercharge Heaven”, e o cover do Grandfunk Railroad, “We’re An American Band”. Um livro de fotografias tiradas por Rob Fenn também acompanham o material.

Fonte: Blabbermouth
Tradução: Pedro Tennax
no quinta-feira, abril 17, 2014 | | 0 Comentátios
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